Um terapeuta da conexão

O escritor, ambientalista e empreendedor social Kaká Werá
O escritor, ambientalista, terapeuta e empreendedor social Kaká Werá

Kaká Werá atua como psicoterapeuta há 25 anos na área da psicologia transpessoal e desenvolvimento de visão holística. Estudioso de cosmovisões indígenas, aprofundou-se no conhecimento da tradição tupi-guarani.

É Membro do Colégio Internacional dos Terapeutas (CIT). Professor da Unipaz (Universidade Holística da Paz). Escritor, empreendedor social e ativista ambiental.

Desenvolveu nestes anos um sistema de trabalho que relaciona vivencias e dinâmicas de grupo em ambientes de natureza preservada com o propósito de promover cura, integração e autoconhecimento. Estas atividades ocorrem em diversos estados no Brasil e também no exterior. Mas, de um modo mais sistemático no Rio Grande do Sul (Integria – Picada Café) ; Santa Catarina (Florianópolis/Blumenau); São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais através da UNIPAZ (Universidade Holística da Paz) e outras instituições.

Ao longo destes anos, após a passagem de milhares de pessoas por suas vivencias e imersões, e a partir da investigação de resultados em relação á obtenção de equilíbrio pessoal e expansão de consciência, Kaká Werá reuniu fundamentos da psicologia transpessoal e da sabedoria ancestral de povos, para criar um método que se caracteriza pelo alinhamento de três aspectos que formam o ser: ego-alma-espírito. O propósito é possibilitar, através de técnicas e conceitos apropriados; a auto expressão integrada do indivíduo, com suas capacidades co-criadoras despertas e conscientes.

Após uma especialização de aprimoramento pessoal em liderança e cothing no IDECOH (Instituto de Desenvolvimento da Conciência Humana), Kaká Werá percebeu que poderia agregar sua experiência em um processo de auto-conhecimento que possibilitasse apoiar pessoas na obtenção de clareza, autoliderança e tomada de decisões baseada no cerne da consciência: a alma. Mas em sintonia/alinhamento com um precioso instrumento de realização: a personalidade.

O procedimento se utiliza também de ferramentas clássicas do cothing, mas não se limita a elas, justamente por levar em considerações dimensões mais sutis do indivíduo, além do cérebro e da neurolinguística. Como a ideia é a clareza consciencional, este sistema é denominado KAN , pois esta palavra significa cabeça livre, ou plena, na língua tupi. No I Ching, esta palavra é um trigrama, associado á água, ao fluxo e ao insondável, cuja imagem é a água fluindo em um rio, sem obstáculos.

Além disso, contribuir na elucidação das questões da alma tem sido um dos grandes desafios atuais da sociedade humana. Neste momento coletivo, cada vez mais ansiamos por ancorar no mundo um propósito de vida fundado em valores, e isto passa pela compreensão e integração da essência e da complexidade que somos.

Publicado por

Kaká Werá

escritor, terapeuta social, cothing

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